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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"ENERGIA SOLAR"

Em 1991-1993 da energia Solar recebida pela terra ao redor do Mundo.
Os circulos pretos representados a área necessaria para suprir toda a demanda de energia do Planeta Terra.
A Energia e uma captação designada pela energi luminosa podemos dizer que é uma energia"Térmica" com provencia do Sol,a maior parte da energia posterior é uma transformação feita pelo homem.
O Movimento de translação ao redor do Sol, e da terra recebe1.410 W/m2 de energia em um angulo reto "Uma superficie normal"com o Sol.
Por causa do Sol ele é absorvido 19% pala atmosfera e 35% é reflectido pelas nuvens.
"ENERGIA SOLAR"
A Radiação Solar(Insolação) ou seja da Atmosfera 30% é reflectida para o espaço, enquanto o restante é absorvido pelas nuvens, mares e massas terrestres.
O que chamamos de Toda Gama visivel signinifica na verdade um "ESPECTRO DE LUZ SOLAR" difundida na terra os INFRAVERMELHO claro que isso é uma pequena radiação ULTRAVIOLETA.
"O Ar quente que contém a águá evaporada dos oceanos sobe,provocando a circulação e convecção atmosferica.
Quando o ar atinge uma altitude elevada, onde a temperatura é baixa, o vapor de águá condensa-se, formando nuvens, que posteriormente provocam precipitação sobre a superficie da Terra, completando o ciclo da águá.
O Calor latente de condensação de águá aumenta a convecção, produzindo fenómenos atmosféricos, como o vento, ciclones e anti-ciclones."

Daniela 3ºB nº06

Carro Ecológico


Por Fernando Rebouças



O projeto de um carro ecológico abrange a ideia de um veículo leve, feito com uma lataria de material reciclável, silencioso e não poluente. Sabemos que nos carros convencionais, o motor à combustão movido a gasolina, etanol e diesel gera um impacto poluidor no meio ambiente e na saúde do ser humano.



No projeto de carros ecológicos, devemos conceituá-lo como uma veículo movido por uma fonte de energia limpa, que percorre uma determinada distância gastando menos energia com segurança.



Portanto, esse tipo de veículo maximiza a energia utilizada minimizando o impacto de seu uso no meio ambiente. Um carro luxuoso que consome gasolina e que transporte uma única pessoa, em média, é mais poluente do que um ônibus movido a biocombustível e que transporta mais de quarenta passageiros.



Além da relação custo benefício por pessoa transportada, a seleção da fonte de energia também é um fator preponderante, pois já há vários projetos de carros ecológicos movidos pela energia solar, bateria de hidrogênio e até por água.



O ex-projetista de Fórmula 1, Gordon Murray, desenvolveu um carro ecológico pequeno que ocupa pequenos espaços de uma cidade, é o T 25, um modelo construído com fibra de vidro, garrafas de plásticos reciclado e tubos ocos de aço. O veículo de Murray alcança velocidade máxima de 145 km/h e possui um custo inicial de 9 mil dólares.



Atualmente, no mercado comum de automóveis, tem se produzido em grande escala os carros flex, modelos que utilizam mais de um combustível, mas a indústria automobilística tem aprofundado as pesquisas sobre os modelos híbridos, movidos pela eletricidade e pelo petróleo. No Japão, já está sendo popular a utilização de veículos movidos somente pela eletricidade.





YeZ

Entre os carros solares, um veículo construído na Austrália venceu o Desafio Solar Mundial realizado no país em 2003, mundialmente conhecido como Nuna II, o modelo percorreu 3.000 quilômetros pela Austrália.



Na China, uma montadora criou um veículo que absorve CO2 da atmosfera e libera oxigênio, inspirado na fotossíntese dos vegetais, o modelo YeZ é um protótipo a ser inserido no mercado em 2030. O termo YeZ em mandarim significa “folha”, o veículo chinês é movido a partir de energia limpa adquirida pela luz do sol no teto e a energia eólica realimentada pelas pás existentes nas rodas.



Fontes:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=carro-ecologico-sem-portas&id=010170100921

http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/02/24/carro-ecologico/

http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1113709-9658,00-MARATONA+NA+ALEMANHA+REUNE+CARROS+ECOLOGICOS.html

http://www.discoverybrasil.com/autos/ahora/ambientales/index.shtml#



Postadores: Janaina, Camila

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ilha de Madagascar


Madagáscar (português europeu) ou Madagascar (português brasileiro) é um país africano que compreende a Ilha de Madagáscar e algumas ilhas próximas. Está situado ao largo da costa de Moçambique, da qual está separado pelo Canal de Moçambique. Os vizinhos mais próximos de Madagáscar são a possessão francesa de Mayotte, a noroeste, a possessão francesa da Reunião, a leste, e as suas dependências Ilhas Gloriosas (noroeste), Ilha de João da Nova (oeste), Bassas da Índia e Ilha Europa (sudoeste) e Tromelin (leste), as Comores a noroeste e as Seychelles a norte. Sua capital é a cidade de Antananarivo.





preservaçao ambiental

Preservação- O seu papel

Postado por Frank Scapin.

Eis algumas coisas que você pode fazer para realmente evitar danos ao meio ambiente:

Não jogue óleos lubrificantes na sua rede de esgoto

Não fique tentado a trocar você mesmo o óleo do motor de seu carro e jogar o óleo velho no ralo. Este óleo vai chegar com certeza a um rio e em segunda instância, ao mar, podendo causar muitos danos. Entre eles a morte de plânctons, mariscos, mamíferos e aves marinhas.

Os postos de gasolina encaminham periodicamente os resíduos provenientes das trocas de óleo de volta às refinarias, onde são processados em outros produtos (graxa, por exemplo). Se você trocar seu óleo em casa, guarde o óleo velho e o entregue num posto de gasolina.

Estima-se que 90% do óleo que polui os mares tem origem no continente (restos industriais e municipais), contribuindo os navios para os outros 10%, sendo que destes a maior parte vem da lavagem dos tanques e liberação de lastros de óleo e não de acidentes com vazamentos, como se poderia supor. Na realidade os grandes vazamentos de óleo, embora catastróficos, no total respondem por uma quantidade muito pequena da poluição marítima por óleo.

Evite jogar materiais não degradáveis (plásticos ou outros) no ambiente.

Certifique-se de que o lixo que você está depositando será devidamente encaminhado. Se não houver um programa de coleta no local onde você estiver (um camping numa região afastada, por exemplo), provavelmente o lixo será enterrado ou incinerado em condições desfavoráveis. Nesse caso, o melhor a ser feito é guardar todo o lixo não biodegradável (plásticos, vidros) e no caminho de volta deixá-lo em uma cidade.

O plástico tem uma alta durabilidade e embora não ofereça perigo químico por produtos de sua degradação, constitui um grande problema no sentido de ser confundido com alimento pelos animais marinhos. Com frequência mamíferos e aves marinhos, além de tartarugas, alimentam-se com pedaços de material plástico (sacolas) e não raro morrem em decorrência disso.

Outro problema envolvendo material plástico é o causado por redes de pesca velhas que são descartadas no mar, que oferecem perigo para mamíferos marinhos que ficam presos nessas redes até a morte.

Uma curiosa exceção: na cidade de Mongaguá (SP) há uns 12 anos mais ou menos, foi realizado um projeto para favorecer a procriação de peixes na região próxima ao píer, frequentado por pescadores. Tal projeto envolvia nada menos do que o lançamento dentro da água de vários fardos de pneus velhos amarrados uns aos outros, formando ninhos para os peixes.

Outros produtos nocivos à vida marinha:

Detergentes com fosfatos

Fertilizantes

Cloro

Evite comprar produtos cuja produção esteja ligada à extração não renovada

Evite comprar móveis feitos com madeiras de lei (mogno, por exemplo), a não ser que se tenha certeza que a matéria-prima foi proveniente de áreas de extração controlada e renovada.

Não compre em hipótese alguma espécimes silvestres, vegetais ou animais, pois não há nenhum tipo de controle sobre esse tipo de extração. Vale lembrar que a posse de espécimes silvestres atualmente é considerada crime inafiançável.

Não contribua diretamente para o desmatamento

Se possuir uma propriedade com mata original, preserve-a ao máximo, especialmente em se tratando de matas ciliares (nas margens de cursos e reservatórios de água).

Queimadas, evidentemente, são intensamente destrutivas no sentido de que eliminam a cobertura vegetal original, cujas folhas caducas constituem uma importante fonte de matéria orgânica para o solo. Assim sendo, o que estraga o solo não é a ação direta do calor, e sim a eliminação da fonte de matéria orgânica.

Há diversos motivos para não se acender uma fogueira, mas é bom saber que elas não "matam" o solo, uma espécie de crendice entre algumas pessoas. Na realidade em locais onde foram acesas fogueiras anteriormente o que se vê é um solo totalmete recuperado, indistinguível do restante da área. Caso a fogueira seja imprescindível deve-se tomar cuidado para que o fogo não se alastre, mantendo uma fogueira de pequenas dimensões, facilmente controlável. Lembrar-se também de sempre apagar a fogueira completamente após seu uso.

Economia dos recursos naturais

Um dos grandes problemas atuais é a administração das fontes de água e energia (eletricidade, combustíveis), e tudo o que se fizer no sentido de economizá-las é efetivamente uma ação de preservação. 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Madeiras

Energias Primarias


A MADEIRA COMO FONTE PRIMÁRIA DE ENERGIA



O modo mais prático e mais fácil de produzir energia da biomassa é através da combustão da própria madeira ou de seus rejeitos.
É muito simples sua preparação e uso, sendo ainda matéria-prima para as fontes secundárias de energia, tais como carvão, etanol, monóxido de carbono, gás de água (CO + H2), hidrigênio e eletricidade.
A madeira combustível possui a vantagem de ser renovavel, ter baixo teor de cinzas, e uma quantidade infima de enxofre. É volumosa e apresenta baixo poder calorífico se comparada a outros combustíveis, como podemos ver na tabela a seguir:



COMBUSTÍVELPODER CALORÍFICO (kcal/kg)
CARVÃO VEGETAL7100
LIGNITO4000
MADEIRA3500
MADEIRA SECA4700
ÓLEO COMBUSTÍVEL9800
PARAFINA10400

O poder calorifico superior da madeira está em torno de 4700-5000 kcal/kg. O aspecto que diminui mais a eficiência da madeira como combustível é o teor de umidade que pode atingir até 100% do peso da madeira seca. A redução da umidade é desejavél não somente para diminuir os custos de manejo e transporte, mas também para aumentar o valor da madeira como combustível. Por isso nas regiões tropicais a madeira é cortada 3 a 4 meses antes de ser queimada, enquanto que nas regiões temperadas a madeira deve ser cortada entre 6 e 12 meses antes de ser queimada. Tais períodos são suficientes para diminuir a umidade da madeira em 25 a 30% e aumentar o seu poder calorifico para até 4000kcal/kg.
Podemos então enumerar as seguintes vantagens da madeira:
  • Nos países em desenvolvimento ainda é o combustível mais barato.
  • Não exige mão de obra qualificada para o seu manejo, gerando assim emprego e fixação do homem no campo.
  • O seu armazenamento é possível em espaços livres e abertos.
  • Possui um baixo teor de cinzas e de enxofre.
Podemos ainda citar como desvantagens da madeira:
  • Exige uma grande quantidade de mão de obra em seu manejo, sendo uma desvantagem em paises onde os salários são mais elevados.
  • Necessidade de planejamento e organização intensivos estando a sua exploração ligada a outros departamentos, como os departamentos florestais.
  • Fornecimento irregular tendo em vista as condições de extração e secagem.
  • Poder calorífico inferior aos produzidos nas fontes secundárias e nos combustíveis fosseis.
Devemos ainda lembrar que para a utilização da madeira como fonte primária de energia na indústria é necessário um planejamento criterioso afim de stisfazer as necessidades energéticas da empresa e também os regulamentos impostos pelo código florestal (ou similares). É importante salientar que deve ser previsto o uso der eservas ou quantidades extras de madeira para satisfazer o aumento na demanda de energia da empresa, de forma que seja possível o aumento da produção da empresa a qualquer momento e consequentemente um aumento das necessidades energéticas da empresa. Outro importante fator é que só podemos obter a flexibilidade energética descrita acima através do uso racional da madeira, já que o uso predatório da mesma implica em custos (principalmente de transporte) sempre em elevação e numa total falta de controle da quantidade de fornecimento.



Alessandra n°02 Dalva n°05  Daniela n°06

consumo de energia eletrica

Comércio responde pelo maior crescimento no consumo de energia elétrica em agosto


Rio de Janeiro – Os brasileiros consumiram 4,1% mais energia elétrica em agosto deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada hoje (26) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o volume energético consumido no país passou dos 34,6 mil gigawatts-hora (GWh) para 36,1 mil GWh.
A EPE aponta que os consumidores comerciais foram os grandes impulsionadores desse incremento. Eles respondem por pouco mais de 16% do volume total de energia consumida no Brasil. A demanda energética do setor cresceu 8% em agosto na comparação com agosto de 2010. Os consumidores comerciais passaram a consumir 5,88 mil GWh.
“A expansão significativa do volume de vendas do comércio ao longo de 2011 tem alimentado as estatísticas do setor. O volume de vendas do comércio ampliado, que inclui segmento de veículos e material de construção cresceu 9% face o mesmo período de 2010”, destaca o documento.
O reflexo do ritmo dessa relação, entre vendas e consumo de energia, teve destaque principalmente no Centro-Oeste do país. Em Mato Grosso, por exemplo, a demanda por energia elétrica entre agosto de 2010 e agosto de 2011 cresceu 21,2%. A EPE associa o incremento ao fato de o comércio no estado ter revelado grande expansão, registrando, por exemplo, incremento de 40% no volume de empregos criados este ano.
Já os consumidores residenciais aumentaram o consumo de energia elétrica em 4,8%, o que representa uma demanda total de 9,23 mil GWh. Para esses consumidores, a EPE relaciona o aumento do consumo à maior intensidade de uso por residência e à migração de consumidores de baixa renda para a categoria convencional, que tradicionalmente revela um consumo superior de energia elétrica.
De acordo com a empresa, a Região Nordeste teve um grande destaque no consumo, neste período de comparação, apresentando um aumento de 8,3%, principalmente em função do maior uso de aparelhos eletrônicos e iluminação. No Sudeste, a expansão da demanda dos clientes residenciais foi calculada em 3,6%. Apesar de o Rio de Janeiro contribuir com a maior parcela, o Espírito Santo apresentou o maior incremento, equivalente a 15,7% mais de consumo.
O consumo industrial, que responde pela maior parcela do consumo de energia elétrica total no país, cresceu 2,5% no período. Apesar de ter atingido uma demanda de 15,8 mil GWh, pouco maior que o volume registrado em agosto de 2010, que ficou em 15,45 mil GWh, a empresa destaca que “a combinação dos resultados regionais revela uma desaceleração no ritmo de crescimento do consumo em nível nacional, em conformidade com a trajetória de evolução da atividade industrial”.
No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento do consumo de energia elétrica no país ficou em 4,3%, equivalente a 425,55 mil GWh.

postado por Frank Scapin, em 28/09/11.

domingo, 4 de setembro de 2011

Parabens ao grupo!

Parabens aos alunos da classe,que participaram coletivamente nas pesquisas.Valeu !Aprendemos juntos em uma construção do saber.Todos participaram com muito interesse!Vcs merecem todo respeito e consideração!


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